Consulta por telemedicina

O ministério da saúde liberou a modalidade de ​​​​​​telemedicina em virtude do isolamento social necessário e como medida de enfrentamento da pandemia de Covid-19.

No momento os atendimentos estão sendo realizados a distância conforme regulamentação do ministério por uma das plataformas seguras de ligação por vídeo.

A medida é bem vinda e esperamos que seja mantida adiante pois o mundo mudou.​

Nossas secretárias vão orientar como proceder.

Receitas médicas digitais

As ​receitas médicas digitais com assinatura eletrônica já estão sendo aceitas nas farmácias. Serão enviadas ao final do atendimento por mensagem de texto. O paciente abre um link com QR code e mostra ao farmacêutico. Existe um sistema que checa a veracidade e assinatura digital da receita.

Obs: remédios controlados são enviados por receita digital, à exceção de receitas B1, B2 e A (azuis e amarela). Essas precisam da via física.

O que é telemedicina?

Telemedicina é qualquer atividade médica realizada a distância. Na resolução do conselho federal de medicina (CFM) 227 de 2018 há a definição: “exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, educação, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e para promoção à saúde”. O termo tem sido usado nesses tempos de pandemia por COVID-19 como sinônimo de teleconsulta cujo significado é: consulta médica remota, mediada por tecnologias, com médico e paciente localizados em diferentes espaços geográficos”.

Os recursos de telemedicina não são coisa recente. Quem não se recorda de reportagens envolvendo cirurgias feitas a distância por robôs controlados por um cirurgião em outro país? Essa imagem é muito marcante para mim. Não sei ao certo, mas creio que vi esse exemplo há uns 15-20 anos. Hoje em dia existem os seguintes recursos:

  • Teleconsulta
  • Teletriagem
  • Teleconsultoria
  • Telecirurgia
  • Teleinterconsulta
  • Telemonitoramento
  • Telediagnóstico
  • Teleconferência

Vejam só quantos exemplos. Também fui pego de surpresa e não tinha conhecimento sobre os recursos de telemedicina. O contexto da pandemia me levou a estudar. Algumas áreas estão mais habituadas com os recursos, por exemplo, a de exames. Hoje em dia é muito comum que o profissional trabalhe a distância laudando tomografias, eletrocardiogramas, ressonâncias magnéticas e por aí vai.

Nos tempos atuais o termo tem sido utilizado associado ao atendimento realizado por vídeo chamada, liberado em conformidade com a portaria 467 do ministério da saúde de 20 de março de 2020, por solicitação do conselho federal de medicina.

Como funciona a telemedicina?

É bem simples, na verdade. O maior uso atualmente é para as teleconsultas. No dia da consulta o paciente estará com seu celular ou computador e o médico usará uma plataforma segura de vídeo chamada. As recomendações do CFM são registrar o tipo de ferramenta, data e hora e aplicar um termo de consentimento. Ao final da consulta o psiquiatra envia a receita com assinatura digital e o paciente leva o celular até a farmácia. Não precisa imprimir; é só falar o código que vem na receita para o farmacêutico. Existem exceções que são as receitas azuis e amarelas. Nesse caso a receita digital não é aceita.

Quem se beneficia da telemedicina?

Tanto os psiquiatras quanto os pacientes se beneficiam. Nesse tempo de pandemia de covid 19, poder atender o paciente sem que ele saia de casa permite reduzir a chance de infecção. A medida apesar de ser emergencial é muito bem vida e esperamos que seja mantida pois o mundo mudou e mais formas de comunicação entre psiquiatra e paciente ajudam no tratamento. Alguns pacientes em São Paulo, por exemplo, moram muito longe ou tem problema de mobilidade. Imagine como se beneficiam. Na psiquiatria é ainda mais interessante pois boa parte do conteúdo é extraído pela conversa e vendo o paciente e por vídeo conseguimos isso.

Onde ocorre a telemedicina?

A exigência do CFM é quanto a segurança. Usando uma ferramenta segura como skype, google meet, chamada de vídeo por whatsApp é permitido. O psiquiatra, no entanto, precisa registrar qual foi a ferramenta e a data e hora da consulta. Também ele registra tudo no prontuário. No caso eu uso prontuário eletrônico, o iclinic.

Anexos

1) Resolução de telemedicina de 2018, revogada em 2019

2) Portaria do minstério da saúde: Portaria de março deste ano liberando a telemedicina

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